• Tire suas dúvidas sobre pedidos, trocas e devoluções.
    Atendimento nos dias úteis das 9h as 18h.
  • Receba dicas de estilo, via Whatsapp, para realizar uma compra personalizada!

sua mochila está vazia

    • stella, a metamorfose ambulante

      bola-mari

      Frank Stella pode ser conhecido como um dos artistas que mais brincou com a pintura de uma maneira bem inteligente e ousada. Ele ganhou destaque na virada da década de 50 pra 60 com suas Black Paintings, se tornando um dos marcos inaugurais do minimalismo. A Mari, amiga do adoro, foi ver de perto a retrospectiva no novo Whitney Museum, em NY, e conta mais pra gente!

      1

      Vá com tempo e aprecie a exposição todinha, porque é a chance ficar cara a cara com um bom pedaço da história da arte contemporânea. Stella te convida a seguir o trajeto livremente, mas se quiser ir de acordo com a montagem feita pelos curadores, comece com os trabalhos minimalistas. Vai dar pra sentir como aquilo foi uma ‘afronta’ ao expressionismo abstrato e libertador pra quem curte uma estética mais limpa.

      2

      Seguindo pela expô, no entanto, a gente descobre como Stella, esperto que só, foi se reinventando a cada série, muitas vezes desdizendo aquilo que já tinha sido sua teoria. Sim, porque depois de fazer algumas obras-primas do minimalismo, ele surpreendeu com o uso de inúmeras cores, trabalhos em escalas monumentais, pinturas feitas em superfícies de alumínio (essa abaixo me lembrou muito a estética do graffiti). Ele se recusa a seguir uma linha específica, desafiando o mercado e os críticos.

      3

       

      Os andares do museu estão recheados com pinturas, esculturas (aliás, a pergunta ‘isso é uma pintura ou uma escultura?’ muitas vezes vem à tona), gravuras, trabalhos em relevo, além de estudos em desenho. O passeio por lá é uma delícia, algumas das galerias têm janelas que dão pro Rio Hudson, enchendo de luz natural o Museu.

      4

      É arte ‘fria’, é arte ‘quente’, é minimalista, é Carnaval. Tem-se um pouco de tudo na trajetória de um dos artistas plásticos mais importantes (e vivos) dos EUA. É bom pra treinar o olhar, ler e ouvir o que o artista tem a dizer e, claro… abrir a cabeça.

      5

      fotos: reprodução

      Por isso, se estiver em NY até 7 de fevereiro, simplesmente vá!

      22.01.16