• Tire suas dúvidas sobre pedidos, trocas e devoluções.
    Atendimento nos dias úteis das 9h as 18h.
  • Receba dicas de estilo, via Whatsapp, para realizar uma compra personalizada!

sua mochila está vazia

      categoria: arte

    • A importância do ASA

      Mais uma super iniciativa incrível vai dar a oportunidade de mulheres ocuparem espaços que por muito tempo as foram negados. O British Council e o Oi Futuro, em parceria com as instituições britânicas Lighthouse e Shesaid.so lançaram o Programa ASA – Arte Sônica Amplificada. O objetivo? Garantir através de uma grande imersão em conhecimento e em mentoria que mais mulheres estejam inseridas na área de som e música.

      Cincquenta mulheres  que atuam na área de som e música serão selecionadas para o programa, que tem como objetivo o desenvolvimento de carreiras pautadas na potencialidade do som, da música e da tecnologia criativa. O ASA vai rolar no LabSonica, espaço de experimentação artística do Oi Futuro, e vai desenvolver uma comunidade criativa colaborativa.

      Profissionais britânicos e brasileiros que são referência na área de som e música darão mentoria para que as participantes desenvolvam novas ideias e produtos. Além de musicistas, o edital tá aberto também para jornalistas, artistas sonoras, engenheiras de som e gravação, produtoras musicais e de rádio, designers de som, sonoplastas e outras especialistas do setor.

      A diretora de artes do British Council Brasil, Cristina Becker, comemora a parceria que dará viabilidade ao projeto.

      “Numa iniciativa pioneira, o ASA foca nas mulheres, explorando as novas potencialidades da música e da tecnologia criativa. Nessa nova etapa de nossa parceria junto ao Oi Futuro, o British Council irá dialogar com mulheres em estágio inicial de suas carreiras, no desenvolvimento de suas habilidades, assim como formar uma comunidade colaborativa de interesse comum”, disse.

      Curtiu o projeto e acha que ele tem tudo a ver com você ou com aquela sua amiga que saca tudo de música e som? Clica aqui que as inscrições para o edital vão até a próxima segunda-feira, dia 17!

       

       

      12.09.18
    • Um guia para pensar a moda do futuro

      Moda circular, biotecidos, upcycling.
      O quanto esses conceitos são familiares a você?
      Para a Fernanda Jung Thomé, designer de moda e estudante de administração em Porto Alegre, eles são objetos de um estudo dedicado e, pode crer, muito inspirador.


      “Ultimamente eu tenho focado meus trabalhos para a economia circular. Como a economia circular pode ser um agente de mudança dentro da moda sustentável. Tenho feito muitas pesquisas também em bioculturas e como isso pode trazer inovação dentro do campo têxtil para a moda”.

       

      Já bateu alguma dúvida?
      Os próximos parágrafos serão puro aprendizado.
      Contar a trajetória da Fernanda é entrar em contato com uma perspectiva potente sobre a moda, porém (ainda) pouco conhecida*.

      *Ao longo do texto explicaremos alguns dos conceitos que fazem parte desse universo e deixaremos prontinho, no final da matéria, um glossário para você saber mais.

      O princípio na moda sustentável.

      A aproximação com esse universo se deu em 2016, durante uma disciplina da faculdade de moda.
      O desafio na época era criar uma peça a partir de resíduos.
      Como começo de uma jornada, Fernanda buscou alternativas ao patchwork. Queria extrapolar, encontrar métodos com os quais se identificasse mais e assim chegou ao quilting livre. A técnica, uma das vertentes do upcycling¹, permite a união de vários pedaços de tecido numa costura livre e de forma artística. Pensando nos resíduos que tinha em abundância, desfiou algodão cru e calças jeans já fora de uso. Como continuidade da pesquisa chegou a um plástico hidrossolúvel. Aí estava a chave para a criação do seu primeiro tecido sustentável.

      “No decorrer das pesquisas eu encontrei um plástico natural que dissolve quando entra em contato com a água, mas antes disso ele é maleável o suficiente para eu conseguir costurar. Eu fui fazendo testes e descobri que se eu usasse esse plástico hidrossolúvel, colocando o algodão e o jeans desfiados entre essas duas camadas de plástico, alfinetasse e fosse pra máquina, eu conseguia criar um manto têxtil. Se eu entrasse em contato com a água, lavando, eu ia conseguir um tecido produzido com esses resíduos. Pra mim foi incrível ver o resultado. É um processo que permite criar muitas estampas, muitas técnicas. Você consegue produzir o tecido desde o início, no formato do molde que você vai utilizar, minimizando os resíduos que você vai gerar e permitindo que você use esses resíduos na próxima criação”.

      O vestido produzido a partir desse tecido foi para a passarela. Nas palavras da própria Fê, não apenas o feedback externo foi incrível, mas também o interno, que se traduz em motivação, inspiração e a descoberta de muitas novas possibilidades. Foi a certeza que ela precisava: ir a fundo no upcycling e desvendar suas técnicas.

      “Foi aí que eu encontrei a economia circular². Comecei a estudar, me interessar por inovações no campo têxtil e fui cada vez me apaixonando mais. Quando eu estava terminando a faculdade, eu desenvolvi o meu TCC baseado numa das escolas de pensamento da economia circular que é o design cradle to cradle³, entrando cada vez mais dentro da moda sustentável, dentro do que a natureza pode nos oferecer, de como a gente pode se inspirar na natureza para criar moda e design. Isso foi trazendo um sentimento de identificação e de luz de dentro que fez eu querer cada vez mais pesquisar sobre e conectar mais pessoas dentro desse sistema”.

       

      A descoberta da circularidade e a retomada do feminino.

      Luz de dentro.
      É o que transborda quando a designer começa a falar sobre o seu trabalho e todo esse jeito lindo de se conectar a terra para pensar o vestir.
      Parece um paradoxo, não é?
      Porém a segunda maior indústria do mundo tem mais a ver com a natureza do que a gente pode imaginar e é exatamente sobre isso que trata a moda circular.

      “Moda circular é repensar o sistema de produção e consumo de moda para um sistema que não seja mais linear. Quando eu digo linear me refiro a um sistema onde a gente extrai da natureza, produz gerando lixo, consome e descarta. O pensamento de lixo não existe mais no sistema circular, ele volta para dentro do ciclo produtivo. É um sistema que extrai pensando como esse lixo pode retornar para o meio ambiente de uma forma sustentável, que não agrida a natureza. É um sistema em que tudo que for consumido vai voltar pra indústria para ser reutilizado ou vai voltar pra terra pra ser compostado”.

      Quer jeito mais feminino de lidar com a moda?
      O fazer natural abre espaço para uma série de outras questões.
      Pensar na produção de matéria limpa, no respeito ao meio ambiente e no descarte do lixo é uma forma de entrar em contato com os ciclos naturais, esses que nos constituem enquanto mulheres e que foram se perdendo com a aceleração do mundo.

      “Eu vejo que, ao longo do tempo, a mulher se distanciou muito do que é natural dela, do que acontece com o corpo dela, de como funciona ou não o ciclo menstrual. Querer colocar isso numa linearidade não faz sentido. Quando a mulher consegue identificar esses padrões de emoções e se reconecta com a circularidade dela, que tem tudo a ver com a circularidade da própria natureza, isso traz uma luz para a vida, uma beleza que não tem explicação”.

      Pensar numa nova moda é também pensar numa nova atuação feminina. Eu boto muita fé que vivemos uma época de resgates e olhar pra dentro é uma revolução. O desafio agora é encontrar o compasso entre natureza feminina, indústria e conservação ambiental.

       

      A experiência amazônica

      Pra isso, e pra mais um tanto de coisas, a Fernanda foi em Julho para a Amazônia. Como parte de um processo de capacitação em desenvolvimento sustentável, conviveu com as comunidades ribeirinhas e aprendeu desde tingimento natural4 até a necessidade de viver em comunidade para que qualquer transformação seja efetiva. Afinal, nossa essência é social e nossa força se amplia quando atuamos juntos.

      “Eu tinha uma conexão muito forte com a natureza e uma paixãopelas trocas que eu poderia fazer com ela, mas as minhas trocas com o ser humano não existiam muito até aquele momento e de forma tão sincera. Dentro do processo de capacitação que eu fiz, o aprendizado que eu obtive com a comunidade, vivendo e aprendendo deles, trouxe uma outra visão de mundo e do quanto nós somos agentes da mudança antes de tudo. Se a gente não souber se conectar e viver em comunidade, não vai adiantar nenhuma mudança que a gente faça. Nenhuma conexão que a gente tenha com a natureza serve se a gente não souber viver em comunidade”.

      Atualmente, Fernanda busca inovações no campo têxtil através da criação de  bioculturas para o desenvolvimento de tecidos a base de celulose bacteriana. Uma novidade e tanto.

      Afinal, o que são bioculturas?

      A biocultura consiste no desenvolvimento de scobys, comunidades bacterianas sintéticas geralmente associada à produção de kombucha5. Os scobys são peças gelatinosas que, quando desidratadas, dão origem a um material resistente e ao mesmo tempo maleável, ou seja, adequado à costura.

      Scobys do ateliê da Fê (o primeiro em processo de desidratação e o segundo ainda em crescimento)

       

      As peças suportam o tingimento natural feito a partir de chás e ervas, a impermeabilização realizada com banhos de óleo de coco e crescem de forma tridimensional, se adaptando a superfície no qual são colocados para a desidratação.

      “Uma das coisas mais legais da biocultura é que ela seca no formato do lugar onde você colocar para secar. No campo da moda isso é uma super inovação porque permite que você crie peças tridimensionais sem costura.”

      Incrível né?

      Além disso, os biotecidos são ideias para a estamparia botânica – uma técnica natural de impressão ou, como você pode encontrar com uma maior variedade de verbetes, ecoprinting. Nela, folhas ou flores são inseridas entre as camadas do scoby (sim, ele cresce em camadas) para que lá permaneçam pós secagem. Sementes também podem compor essas estampas. Já imaginou ter um tecido biodegradável que germina assim que compostado? É muito amor.

      Passar um dia com a Fê, entre os seus experimentos, todos catalogados com carinho e reportados com entusiasmo, é vislumbrar um futuro mais harmônico entre indústria e natureza, alinhado aos ciclos femininos e, portanto, cheio de poder.

       

      Para mim foi enriquecedor e escrevo esse texto porque, realmente, espero que a visão e a atuação profissional da Fê germinem. Assim como os biotecidos do seu laboratório.

      “Sempre me bate um receio quando eu penso o que vai ser o futuro da moda. Talvez seja inocência minha acreditar que a moda possa ser um agente de transformação no mundo, mas ela já foi, positivamente ou negativamente, na revolução industrial e eu acredito muito que a moda pode e vai ser o agente de transformação do futuro. Outras indústrias vão se inspirar na mudança que a moda vai trazer pra fazer as mudanças dentro dos seus próprios processos de criação e de desenvolvimento”.

      Para mergulhar fundo:

       

      1. Upcycling: Processo de transformação de produtos indesejados em novos materiais e produtos com maior valor social e menor impacto ambiental
      2. Economia circular: Conceito econômico que rompe com a linearidade da indústria. Aqui, a proposta é que o resíduo de uma indústria sirva como matéria-prima reciclada para a mesma indústria ou para outras. Ou seja, o que se busca é o aumento do ciclo de vida dos materiais e uma nova relação com a cadeia de consumo: do design de produtos ao seu descarte.
      3. Cradle to cradle: Do inglês do berço ao berço, o conceito propõe sistemas cíclicos de criar e reciclar ilimitadamente. Como vertente da economia circular, propõe fluxos saudáveis de matéria-prima, tanto para humanos quanto para a natureza.
        4. Tingimento natural: Pigmentação de tecidos através de plantas tintórias.
        5. Kombucha: Bebida produzida a partir de um chá ou infusão adoçado que, a partir da fermentação controlada, oferece qualidades probióticas.
      06.09.18
    • Novidadinhas da Semana

      O fim de semana tá chegando, e com ele vem as novidadinhas do adoro pra você ficar por dentro dos melhores rolês!
      Vem ver!

      RJ

      Luedji Luna chega ao Circo Voador com a turnê Um Corpo no Mundo, acompanhada da mesma banda que a acompanhou na gravação do álbum. O show rola nessa sexta! Bora?

      Luíza Boê e Gabriela Garrido se apresentam nesta sexta, dia 31, na Audio Rebel. Luíza acaba de lançar o primeiro álbum 100% autoral, e Gabriela apresenta as músicas de “Entre”, seu trabalho mais recente. Vamos?

      – Última chamada pra quem quer ver a peça Navalha na Carne. A montagem encerra a temporada neste fds no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, de quinta à domingo, às 19h.

      SP 

      – A festa Ressaca do Tim vai tomar conta do Miscelânea Cultural! A banda de Qubrada vai tocar neste sábado os grandes clássicos do síndico, além de sucessos dos reis do suingue, como Jorge Ben Jor, Simonal, Seu Jorge, etc. Partiu?

      – Imperdível! Destaque no rap nacional, Black Alien comemora 25 anos de carreira com show gratuito no Centro Cultural da Juventude neste sábado.

      BH

      – O Pôr do Sol da Juventude Bronzeada leva o melhor da música baiana para o São Bento, em Belo Horizonte. A banda da festa começa a tocar às às 17h30, bem no cair da tarde. Só vamos!

      Recife 

      Essa é pra quem curte ritmos latinos! Domingo, dia 2, é dia de Cubana, no Clube Bela Vista. A festa, de mais de 25 anos, une diversas gerações que curtem salsa, gyaracha e cumbia.

      Bora?

      30.08.18
    • Mulheres Incríveis: Projeto 111

      Sabe esses encontros bons que acontecem na vida entre mulheres incríveis que pulsam ideias transformadoras? Essa é a história por trás do Projeto 111, iniciativa de resistência artística criada pelas amigas e forças femininas Jeniffer, Lorena e Luiza que já vai pra 4ª edição que rola esse domingo (19.08) na casa FRONT, no Rio.

      O start do projeto surgiu entre uma conversa e outra depois do espetáculo “Ei, Mulher” onde Luiza atua. No local, um co-working/casa de cultura na Praça Onze, as três estavam num papo bom quando Jennifer imaginou que ali daria um sarau lindão. Lorena e Jeniffer toparam na hora e no mesmo dia conversaram com uma das coordenadoras do espaço. E então… Uma semana depois a data da primeira edição já estava marcada! O dia? 11/11/2017.

      O tanto de coisa bacana que essas mulheres incríveis organizam pras edições do Projeto 111? A Luiza conta tudo pra gente, ó.

      “Nosso objetivo é encontrar meios de valorização da cultura preta, reunindo o maior número possível de jovens artistas ou não, no intuito de dividir criações a partir de experiências de vida e provocar transformações vindas do choque das culturas. Sem deixar de lado o entretenimento, a diversão, o debate, a cervejinha e a música. Queremos juntar novos artistas de fora e de dentro da periferia e induzir, de alguma forma, que esse encontro gere frutos. A entrada é consciente, pois acreditamos que investe no projeto aquele que tem recursos para isto, quem no momento não pode investir financeiramente agrega de outras maneiras possíveis”.

      Como é feita a curadoria dos convidados?

      “Nos reunimos  e conversamos sobre os artistas que conhecemos, vimos no metrô, ouvimos no slam, é amiga de uma amiga, segue no Instagram… Assistimos a todos, comentamos, opinamos e normalmente entramos em consenso. Dessa galera toda que conseguimos reunir na mesa de reunião, escolhemos no máximo seis artistas cantantes, no mínimo duas intervenções poéticas, algum artista plástico, um filme ou uma performance, uma pessoa pra mediar o debate com o público e voilà! É aí que o trabalho começa. Fazemos os convites, normalmente diretamente ao artista, explicamos o projeto, a importância que creditamos nele, explicamos como funciona e na maioria das vezes recebemos um sim. Cada sim é uma comemoração! Uma felicidade incrível de reconhecer que o que temos feito tem sido importante não só pro público que frequenta os eventos, mas também pros artistas que cada edição que passa enviam mais mensagens agradecendo à produção, ou ainda àqueles que pedem pra tocar com a gente. É uma satisfação sem tamanho!”

      – O Projeto 111 fala sobre resistência artística e traz à cena a arte preta. É trabalhar com representatividade e abrindo a visão pra questões que passam invisibilizadas muitas vezes, né?

      “A caminho da nossa 4ª edição, entendemos cada vez mais a importância histórica de fomentar protagonismo preto na cena da cultura carioca, somando todas as edições, 70% da nossa curadoria é formada por artistas pretos. Às vezes somos questionadas sobre convidar também os artistas brancos pra mostrar seus trabalhos, por eles terem posições de privilégio dentro dos meios da produção cultural. Acreditamos que os públicos precisam de certa forma se misturar, entendendo cada um seu local de fala ou de escuta e juntos pensarem uma solução pro que tá posto. O problema do racismo é um problema do branco, então é com ele que é precisa se dar a conversa.

      Com artistas periféricos e não periféricos, atraímos públicos essencialmente diferentes. De certa forma utilizamos do fato de público de “X” artista ser da zona sul carioca, por exemplo, pra colocá-lo em confronto direto com o público de “Y” artista que é da baixada fluminense, nossos resultados têm sido lindos! Exemplos desses resultados são, principalmente, a captação de novos públicos pros artistas periféricos e abrangência de consciência social no trabalho de artistas da zona sul carioca. Errando e acertando, vamos ouvindo, consertando, experimentando, arriscado. Acreditamos que é possível construir uma nova realidade, mais habitável pra todos”.

      Por fim..Por que 111?

      “O nome 111 tem vários motivos, conscientes ou não, a proposta do nome surgiu a princípio por conta da data de estreia: dia 11/11, após discussões sobre o porquê desse nome, se seria realmente interessante, fomos descobrindo outras coisas: o local onde foi realizado a primeira e a segunda edição está localizado na praça 11 número 1, somos 3 mulheres 1+1+1 e outros dados mais cruéis e bastante significativos, que cruzaram nossas vistas quase que como um recado do destino ou de quem quer que seja, nesse recado está escrito que temos o dever, a sorte e a coragem de ouvir e falar dos nossos: 111 é um número triste e importante na luta dos pretos brasileiros. 111 é o número de tiros dados por policiais militares contra um carro com 5 homens pretos inocentes, em 2015 no bairro de Costa Barros aqui no Rio. 111 é o número de presos mortos no Carandiru, quase todos pretos. É um número cheio significados que envolve o universo do Projeto”.

      E pra conhecer de perto e sentir a energia potente do Projeto, se liga na programação da próxima edição desse domingo:

      Performance + Debate
      Stand Up com Yuri Marçal com debate sobre as possibilidades da comédia preta brasileira.
      Músicos: Babi Guinle, Breno Ferreira, Caio Nunez, Luana Karoo e DJ Bombs, Luellem Castro e Banda Nós Somos.
      E mais: Poetas Falantes do Coletivo Poetas no Vagão, Cordelista Pally Siqueira, DJ Pedro Carneiro e Artes Plásticas com Tarso Gentil.

      Anota na agenda e vem com a gente marcar presença na 4ª edição: é a partir das 16h. Nos vemos lá! 

      13.08.18
    • Ócio + Criatividade? Se joga!

      “Existe um ócio alienante, que nos faz sentir vazios e inúteis. Mas existe também um outro ócio, que nos faz sentir livres e que é necessário à produção de ideias, assim como as ideias são necessárias ao desenvolvimento da sociedade”.

      Se identificou? Esse é um pensamento do sociólogo italiano Domenico de Mais pra descrever o famoso ócio criativo, tema que inspira o Ócio, um encontro de criativos para criativos pensado pela Carolê Marques – sim! é a Carolê do nosso estilo-arte <3

      “Tudo começou com uma vontade de reunir amigos criativos de várias áreas para falar de processos, idéias, sucessos e frustrações. A ideia é ter toda semana um lugar para tirarmos a arte desse lugar de solidão e introspecção e levar para dar um rolê em um lugar de articulação, facilitando encontros com outros artistas, trocas inspiradoras e promovendo assim o aumento de redes”, conta ela.

      Fala pra gente… Como a magia vai acontecer nesses encontros?
      Quase como em uma brincadeira, vamos abordar a criatividade de forma mais leve, através de atividades que estimulam para além do nosso processo criativo, mas a comunicação entre quem conjuga o verbo criar diariamente.
      Para desfrutar do ÓCIO em boa companhia, a cada encontro teremos um convidado especial diferente de um nicho criativo específico se jogando com a gente, passando pela música, artes plásticas, marketing, redação, teatro, dança e etc.

      O primeiro encontro acontece hoje e o convidado pra dar o start é o Nicolas Martins, designer e artista visual que produz trabalhos que misturam referências urbanas, brasilidade e arte contemporânea. Vale acompanhar!

      Quer participar e entrar pra essa grande nuvem de ideias?
      É só fazer sua inscrição através desse link e colar lá no Espaço Rosa Vento – Rua Capitão Salomão, 63 – 3o andar – Botafogo

      Anota aí as próximas datas:
      Essa primeira temporada vai acontecer nas segundas feiras do mês de agosto, de 19h às 21h. são nos dias 13, 20 e 27/08

      Investimento:
      É no esquema colaborativo de contribuição consciente 🙂

      Contribuição mínima – R$20 por encontro – é pago o espaço bacana e o material que você vai utilizar nesse dia.

      Contribuição ideal – R$40 por encontro – além do espaço e material, você colabora com o convidado e Carolê, que estará todos os dias produzindo e facilitando as edições.

      Contribuição abundante! – R$60 por encontro – é a boa pra fazer a roda girar! Esse valor será reinvestido nos próximos encontros, pra não deixar esse projeto tão bacana morrer.

      Agora é só escolher as datas que você anima ir e entrar pra esse time de ociosos pra lá de criativos! 

      06.08.18
    • Nossa feira orgânica

      Imagina um dia de sol e aquela vontade boa de fazer um almoço com alimentos fresquinhos e orgânicos pra família. A gente pensa logo em ir a uma feira que esteja rolando pelo bairro ou pela cidade, né? A gente ama tanto que pensamos em trazer aqui pra dentro, no nosso jardim, uma feira orgânica pra chamar de nossa! 

      Quem é do Rio ou vem visitar a cidade, já deve ter descoberto uma das feiras xodós que fazem parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, são 21 espalhadas por vários bairros. E agora, vai rolar uma especialmente pro nosso time do escritório, na próxima semana! A galera vai poder levar pra casa frutas, verduras, legumes e produtinhos sem agrotóxicos e com muito amor!

      A gente bateu um papo com o Marcos Melo, gestor do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e diretor da Essência Vital que é responsável por 8 feiras do circuito, pra contar porque é tão bom e saudável fazer parte desse movimento!

      Marcos, conta pra gente, como surgiu a ideia das feiras orgânicas no Rio?

      O movimento pela criação de feiras orgânicas no Rio vem das décadas de 70 e 80 com o esforço de grupos ecologistas que iniciaram a produção orgânica na região serrana. Através de organizações de agricultores, agrônomos e moradores do campo e da cidade surgiu a primeira feira orgânica no Rio em 1994, na Glória.
      Mas foi só em 2010, com a chegada da feira orgânica do Bairro Peixoto, em Copacabana, que o chamado Circuito Carioca de Feiras Orgânicas (CCFO) tomou forma com o apoio da Prefeitura enquanto projeto oficial de política pública por meio de um decreto municipal.

      O Circuito permitiu o desenvolvimento de uma tecnologia social que pode ser replicada em diversos lugares, com regras específicas pro funcionamento e comercialização dos alimentos orgânicos. Um projeto único no Brasil!
      Hoje o Circuito possui 21 feiras orgânicas, com quatro organizações gestoras e está ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), da Prefeitura do Rio.

      E além das feiras orgânicas do Circuito, essas organizações gestoras realizam projetos especiais e pontuais em ambientes privados como shoppings, empresas – a FARM <3, e eventos com forma de abrir novas frentes, criar canais alternativos de venda pros agricultores, ampliar e democratizar o acesso de público e fomentar o setor.

      – Em tempos de agrotóxicos e questões que dificultam o acesso à alimentação saudável, como você percebe o papel das feiras orgânicas?

      Diferente das feiras comuns, as feiras orgânicas têm os agricultores, empreendedores formais e alimentos 100% certificados como livres de agrotóxicos. Isso significa que pra que uma feira possa ser chamada de orgânica são necessários muito cuidados e valores agregados. Isso traz diversos benefícios pra todo mundo!

      Como dito, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é um projeto de política pública voltado para o apoio e fomento da agricultura familiar dedicada à produção de alimentos orgânicos com certificação. Isso permite a fixação e sustentação socioeconômica dessas famílias no campo. Esse então é um dos primeiros e mais valiosos papéis desempenhados pelas feiras orgânicas: a inclusão e preservação dos nichos familiares no campo. Isso evita o êxodo para as cidades.

      Um segundo papel muito importante é sobre a prioridade da venda direta ao consumidor. Toda a parte de alimentos in natura produzidos localmente é vendida diretamente pelos agricultores e seus familiares, que se deslocam de suas terras nas madrugadas de véspera. Desse modo, nas feiras orgânicas do Circuito não existe a figura do atravessador que predomina nas feiras comuns. Isso também diferencia as feiras orgânicas dos grandes mercados que visam maximização de lucros.

      A venda de alimentos orgânicos in natura e processados vindo de outros estados é limitada nas feiras orgânicas e permitida apenas para um mix de produtos pro consumidor e são realizadas por parceiros microempreendedores formais.

      Todo o trabalho possui uma visão sistêmica. Do cultivo da terra com preservação da biodiversidade sem o uso e contaminação de agrotóxicos até a ponta final com preços mais acessíveis ao consumidor, tudo se diferencia. As feiras orgânicas são nossa esperança de um futuro mais saudável, justo e sustentável, elas são insubstituíveis!

      – Quem ainda não conhece as feiras orgânicas pode se questionar em relação ao preço dos alimentos. Mas a gente sabe que essa conta vira na verdade um investimento em saúde, né? Quais as medidas pra, aos poucos, mudar a consciência da população?

      É importante a gente sempre ter em mente a diferença entre preço e valor. Preço é o que pagamos em moeda pelo alimento. Valor é tudo aquilo que o alimento agrega desde sua semeadura até sua venda ao consumidor. O preço dos alimentos orgânicos é formado por um conjunto expressivo de valores agregados, que não existem nos alimentos comuns. Não há como comparar um alimento cultivado com enormes cuidados ambientais com outros que degradam nosso meio ambiente e envenenam nossas famílias. Existe uma falsa economia com os alimentos convencionais. O custo à saúde com o consumo de alimentos cultivados com agrotóxicos no final é enorme.

      Mas entendemos que a diferença de preços afeta e leva o consumidor a fazer escolhas. O Brasil possui um grave problema de distribuição de riquezas e de renda e isso, sem dúvida, é um fator que dificulta o acesso da população aos alimentos orgânicos que possuem maior qualidade em decorrência dos cuidados e valores que agregam. O maior dos problemas está na renda e não no preço do alimento orgânico. É claro que também existem outros problemas como, por exemplo, falta de escala (pequena produção orgânica no país), alta tributação e especulação por parte de mercados oportunistas, três fatores que elevam o preço final dos orgânicos aos consumidores. Mas nas feiras orgânicas podemos atenuar alguns desses gargalos, melhorar os preços e facilitar o acesso aos orgânicos.

      Ao contrário do que é possível imaginar e diferentemente do que ocorre em grandes mercados, os preços praticados nas feiras orgânicas são mais justos. Diante de tantos esforços para fazermos chegar até a sociedade alimentos com a certificação de uma produção sustentável e puríssima, 100% livre de agrotóxicos, o que se cobra nas feiras é o que o alimento vale. E nas feiras ainda há a possibilidade de conversas e descontos na hora de pagar que não existem nos mercados comuns.

      Todos no setor orgânico tentam realizar um constante trabalho de educação junto à população, mas isso deveria contar com um forte apoio de nossos governantes. Enquanto isso não acontece, as feiras são nossos melhores espaços de diálogo e por meio delas realizamos esse trabalho pedagógico instrucional com a população.

      Com o tempo entenderemos que caro mesmo é consumir alimentos que poluem nossas águas, degradam nossas terras, envenenam nossos agricultores e famílias, geram doenças degenerativas, exterminam nossa biodiversidade e só enriquecem a indústria dos agrotóxicos.

      O alimento orgânico puro, nunca deve ter seu preço percebido como custo, mas como investimento que cuida de nosso meio ambiente e de nossa saúde.

      Consumir alimentos orgânicos é então um cuidado com a nossa saúde e a de quem a gente ama, por isso, não poderíamos deixar de trazer pra dentro da nossa casa que é a FARM, uma feira orgânica especial pra galera de dentro. A expectativa por aqui tá a mil e por aí?

      Estamos muito felizes com a oportunidade dessa parceria! Acreditamos que a FARM esteja fazendo história e dando um grande exemplo de responsabilidade socioambiental e de cuidado com a saúde e bem-estar daqueles que atuam na empresa. Queremos que dê certo e que todos abracem com carinho a feira orgânica para que se torne fixa, um momento de celebração e alegria.

      Vai ser uma felicidade só mesmo! E pra galera de fora… quais os bairros o Circuito ocupa e como saber mais infos sobre esse roteiro?

      Atualmente o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas conta com 21 feiras em bairros cariocas. Para ter acesso a lista completa dos endereços é só acessar o mapa de geolocalização. Nossa organização Essência Vital é responsável pela gestão de oito dessas feiras do Circuito, que ocorrem nos bairros Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Urca, Leme, Gávea, Tijuca (Praça Xavier de Brito) e Grajaú. Temos uma página bem bacana no facebook, é só acompanhar a gente por lá!

      Saúde, cuidado e conhecimento andam sempre juntos! Escolhe a feira mais pertinho de você e vai lá experimentar as delícias orgânicas. Já já a gente conta como foi a nossa feira por aqui, fica de olho <3

      31.07.18
    • cristais – limpeza e benefícios pro feminino

      Natureza Feminina tem tudo a ver com intuição, cura natural, conexão com a própria natureza e o universo que nos rodeia, por isso, convidamos a Malu Lobo, terapeuta cristalina, formada em ayurveda e mestre em aromaterapia e aura-soma pra contar pra gente como fazer a limpeza dos cristais e pra falar sobre a relação entre alguns cristais e a natureza feminina.

      A Malu foi uma das oficineiras da nossa convenção e guiou a galera na oficina “cura cristalina – harmonizando corpo, mente, emoção e espírito com o poder dos cristais”. Nesse dia abraçado por um tanto de energia boa, aprendemos sobre o poder dos cristais e o reequilíbrio energético através do uso deles. Também rolou um papo sobre o uso dos Yoni Eggs – cristais que trabalham a cura de memórias uterinas -, na manifestação e no empoderamento da energia feminina.

      Bateu uma super vontade de ficar por dentro desse universo? Então aproveita seu encontro com a própria intuição e vem sentir a energia com a Malu, que conta agora pra gente como fazer a limpeza dos cristais em casa e ainda deu a dica das pedras que despertam a energia do feminino. É conexão pura! Fala pra gente, Malu <3

      “É chegada a hora em que mais uma vez aqueles encarregados de curar e trabalhar pela iluminação avançarão e usarão os cristais e as pedras como recursos para trazer à Terra um novo raio, um novo caminho e uma nova raça. Os cristais e as pedras fazem, em grande medida, parte da transformação planetária da qual todos nós participamos. Seja qual for o meio escolhido para utilizá-los, faça-o de modo ético e consciente”.

      Esse trecho é da Katrina Raphael e tem tudo a ver com esse momento 🙂

      CRISTAIS – GEMAS DA TERRA – MEDICINA DA TERRA
      Os cristais são uma estrutura organizada que difundem e potencializam luz. Todo cristal puxa e passa energia por sua estrutura, qualificando-a e devolvendo-a melhorada.

      A nossa tendência, quanto mais ficamos doentes e tristes, é reforçar a energia da forma assimétrica. Quando olhamos para qualquer forma bonita (natureza, cristais, arte, etc) nos curamos. Quando vemos a estrutura de um cristal percebemos que viemos aqui para ser luz. Quando olhamos para um cristal nos vemos, pois o cristal retrata o nosso modelo original, aquilo que estamos caminhando para ser – um Ser de luz.

      Terapia Cristalina (Crystal healing)
      É a modalidade de healing que trabalha com a geometria sagrada e a frequência cromática do reino mineral para equilibrar o corpo físico, mental, emocional e energético.

      Influências adversas sobre as funções normais do corpo, da mente e consciência podem ser revertidas através do uso das gemas.

      As pedras e gemas são manifestações exteriores de determinadas formas de energia e esses materiais contêm receptáculos de energia prânica que podem ser utilizadas para propósitos curadores.

      O cristal, quando em contato com nosso corpo, lapida nosso Ser, organiza e amplifica nossa energia. Por isso, são poderosos aliados no nosso dia-a-dia.

      Limpeza
      – Para limpar seus cristais basta lavá-los em água corrente. Coloque-os numa peneira, pingue 3 gotas de óleo essencial de lavanda e deixe a água correr. Pode também lavá-los na água do rio e do mar. Água da chuva também limpa a energia e eles adoram.

      – Pode também usar a fumaça da sálvia branca e do palo santo para limpar seus cristais.

      – Após lavar deixe-os pegando a luz do sol e da lua por 3 dias antes de usar.

      Se um cristal quebra coloque-o num vaso com terra, mas nunca jogue-o fora, ok?

      NATUREZA FEMININA E OS CRISTAIS
      Quando falamos em feminino, nos referimos ao nosso lado receptivo, acolhedor, intuitivo, amoroso, na nossa energia yin. Essa energia é potencializada quando captamos o Soma da lua. Determinados cristais potencializam essa energia quando usados em contato com nosso corpo.

      DRUSA / Agregado de Cristais
      É a origem de todos os cristais. Apresenta alta carga energética. É ótima para recarregar outros cristais, amuletos, talismãs, etc – tudo que colocamos dentro da drusa está num campo energético de altíssima freqüência.
      A Drusa está relacionada à harmonização de pessoas, pois simboliza a relação harmoniosa sua com todas as pessoas que têm que conviver. Deve ficar no lugar da casa onde a maioria das pessoas costumam conviver juntas.

      BOLA DE CRISTAL
      A bola de cristal é usada estimular o lado direito do cérebro, ativar criatividade e intuição

      Dica de exercício com a sua bola de cristal
      Sentar-se em posição confortável.
      Apagar as luzes e acender uma lanterna.
      Apoiar a bola de cristal na boca da lanterna, inspirar e elevar a bola até a altura do 3o olho.
      Fechar os olhos e abrir.
      Olhar para um ponto fixo no interior da bola.
      Esse exercício amplia a glândula pineal e a intuição. É só acreditar!

      RUBI – CHÁKRA BÁSICO
      É o cristal da juventude, jovialidade – Os antigos consideravam o Rubi, como o sangue da Terra que representava a força do amor e da vida. O Rubi refaz nossa conexão com nosso reservatório de energia, ativa e vitaliza o corpo através da ação do fluxo sanguíneo. Trabalha a auto-estima e a energia Shakti (feminina).

      ÁGATA – CHAKRA GERADOR
      A ágata é o cristal que registra toda a evolução da humanidade, por isso sua relação com todo processo de evolução e transição. A ágata ajusta o nosso relógio biológico nos ajudando a passar por esses processos de transição, como menarca, maternidade e menopausa. É um cristal que estabiliza o campo feminino, pois estabiliza os ciclos, os hormônios, a lua. Muito importante para harmonizar todas as fases do sagrado feminino donzela, mãe e anciã.

      PEDRA DA LUA – CHAKRA GERADOR
      A pedra da lua faz conexão com a energia da lua com o aspecto feminino da natureza emocional. É a pedra dos ciclos femininos. Alivia os sintomas da TPM, as dores da mestruação e os sintomas da menopausa. Nos conecta com a energia da Lua, despertando nossa intuição.

      QUARTZO ROSA – CHAKRA CARDÍACO
      É a pedra fundamental do chakra cardíaco. Representa o Amor Incondicional, e acende a chama rosa desse amor nos corações. Acalma a mente e as emoções. É a pedra do colo, sua principal atuação é suavizar, apaziguar, aconchegar e acolher. Potencializa a energia do amor, do auto amor e do amor pelo próximo e por todos os Seres.

      ÁGUA MARINHA- CHAKRA LARÍNGEO
      Sua energia representa a capacidade de verbalização, a expressão da verdade interior e universal através do poder da palavra falada. Relaciona-se também intimamente com a essência angélica de cada ser. Reduz o estresse e acalma a mente. Ativa a intuição e abre a clarividência. Junto com o quartzo rosa é uma das pedras mais calmantes.

      AMETISTA – CHAKRA FRONTAL 
      É a pedra da transformação e da renovação. Indicada para qualquer situação de perda, pois de forma sublime comunica que não há morte, apenas transição e troca de formas. Limpa a aura de energias negativas, eleva espiritualmente melhorando nossa qualidade energética.

      Agora é só fazer seu acreditar, seguir sua intuição e deixar a energia boa fluir! 🙂

      30.07.18
    • Isso é re-FARM: iniciativas que a gente <3

      Você já sabe que o re-FARM é a nosso primeiro projeto com foco em sustentabilidade e reaproveitamento de matéria-prima, né? Juntas e juntos, a gente vai caminhando em direção ao reduzir, repensar, reutilizar e reciclar! Dentro desse projeto, duplamos com outras iniciativas importantes pro bem-estar do planeta como o Nosso Tecido e o Banco de Tecidos. Tá lindo de ver e fazer parte dessa transformação! 

      BANCO DE TECIDO

      O Banco de Tecido é um espaço onde tecidos de sobras de criação ganham a chance de serem usados em novas roupas e itens desenvolvendo uma cadeia de produção mais sustentável. Além de venda dos tecidos, o banco também funciona com o modelo de crédito no qual você deposita seu tecido antigo e pode tirar novos. Olha que demais!

      Por lá, eles oferecem uma solução criativa para quem está buscando se adequar à Política Nacional Brasileira de Resíduos Sólidos – é assunto sério, viu? Assim, o projeto é um sistema inclusivo e circular que transforma atores da cadeia têxtil em usuários ativos. Interconectados, todos eles impulsionam um ciclo sustentável, com reflexos sociais, econômicos e ambientais. Uma colaboração e tanto!

      Além de funcionar como uma loja, o Banco é também um local de encontro, onde as pessoas podem trocar conhecimento sobre tecidos e seus usos. É ou não é uma iniciativa pra apoiar? <3

      Por enquanto, são 3 unidades do espaço: São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. E a gente fica na torcida pra que essa ideia se espalhe pelo Brasil todo!

      FARM + Banco de Tecidos
      Xô disperdício de matéria-prima! Nos juntamos ao espaço doando rolos de tecidos que não seriam mais utilizados na nossa fábrica. Nessa primeira doação foram mais de 200kg de tecidos que vão ganhar vida nova pra muitas pessoas que criam com amor!

      NOSSO TECIDO 

      O Nosso Tecido é uma startup que tem o propósito sustentável de fazer a ponte entre a indústria têxtil e o consumidor final, que pode ser você aí que tá lendo 🙂 Através da venda dos tecidos adquiridos, eles contribuem pra moda circular permitindo que cada metro ganhe um novo significado.

      Colaborando com o e-commerce do projeto, profissionais, pequenos empreendedores, estudantes de moda, costureiras, oficinas e artesãos contribuem pro futuro da moda mais sustentável dando vida nova a toda essa matéria-prima que seria inutilizada. Demais, né?

      FARM + Nosso Tecido

      Duplamos com a galera do Nosso Tecido e doamos mais de 300 rolos de tecidos doados totalizando mais de 3000 metros de tecido que podem virar blusas, calças, objetos artesanais, brinquedos e tantas outras coisas que a imaginação permitir!

      Ah, esse sábado, o pessoal do Nosso Tecido preparou um evento de lançamento super bacana da chegada dos tecidos doados pela FARM por lá, pra galera sampa conhecer e escolher os cortes favoritos. Vem ver o evento e cola lá!

      Mulheres do Sul Global

      Essa é uma iniciativa que é amor e empoderamento do ínicio ao fim! O Mulheres do Sul, projeto da Emanuela Farias, promove a liberdade econômica de mulheres refugiadas através do ofício da costura, com o desenvolvimento de jornadas empreendedoras e redes de trabalho com valorização das identidades e conexões entre as diferentes culturas. E claro, não poderíamos deixar de colaborar com um projeto tão potente! Vamos contar já já sobre essa história toda 🙂

      Isso tudo é re-FARM e ainda vem muito mais por aí! A gente tá só no começo do caminho por um mundo mais colorido, colaborativo e sustentável! Aproveita e vem ver a nossa coleção re-FARM re-ROUPA 

      27.07.18
    • Ladrilha na FARM

      Olhar pra dentro e perceber nossas potências é um movimento que a gente ama fazer e tem sido um guia pra coleção nova, Natureza Feminina. Foi através desse processo sensível que a gente trouxe pro VM – visual mershandisng, das nossas lojas, o Ladrilha. É o projeto autoral e feito à mão e coração pela Fernanda Moreira.

      Sim! Você já viu e ouviu esse nome por aqui… A Fe, além de ser a luz por trás do Ladrilha, também nos inspira no nosso dia a dia, fazendo parte da nossa equipe de comunicação. Ela dá vida a textos e conteúdos mil, e cuida do nosso endomarketing. Já imagina a emoção que é fazer essa matéria com ela, né? <3

      Em 30 das nossas lojas desse brasilzão estão os ladrilhos com as frases “respeita a sua natureza”, “tenho um sol em mim” e “minha beleza é linda”, criadas pela Fe especialmente pra FARM.

      “A ideia era trazer afetividade e poesia pra uma coleção que celebra o feminino em todos nós. Reconhecer esse feminino também através da poesia, da literatura e da fala”, explica ela.

      De cara, talvez você se pergunte… Por que Ladrilha no feminino?
      O Ladrilha é um projeto muito íntimo, totalmente autoral, mas que nasceu para me representar e me expor em um ambiente plural e, a meu ver, extremamente hostil e machista, que é a rua. Colocar o nome no feminino – o feminino de ladrilho, que é a matéria-prima que trabalho, é fincar a resistência de ser mulher e estar na rua, de ser mulher e estar na rua fazendo arte. A resistência de só ser mulher. Além disso, ladrilha está no indicativo do presente e no imperativo afirmativo do verbo ladrilhar. Todo verbo é ação. Ladrilha é a ação que escolhi pra mim.

      Apesar de estar fazendo parte do vm da FARM, o Ladrilha é um projeto que conversa com as ruas… E eu pergunto, como surgiu essa ideia de ocupar os ambientes públicos, que muitas vezes são machistas, com poesia e força feminina?
      O ladrilha é um projeto de intervenção da poesia nos espaços públicos. Sempre quis levar as frentes da poesia para as ruas, para ambientes públicos, onde o acesso a ela não fosse limitado. A poesia tem subjetividade feminina e também sabe ser direta, cortante, estruturante. O ambiente público é sedento de energia, de gente, de afeto, de observação… Justamente porque transborda esses sentimentos e seus atravessamentos diante de invisibilidades, de carências…

      Entre tantas ruas possíveis de serem ocupadas pelo Ladrilha, onde tudo começou?
      O primeiro foi “Saber doer antes de saber doar”, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Ainda está por lá, porém ilegível. Ganhou a intervenção de outro artista de rua e eu acho ótimo quando isso acontece. Significa que a possibilidade de interagir com sua própria expressão está viva.

      Por falar nessa interação entre a rua e os ladrilhos, o Ladrilha é feito em azulejos, um material frágil. E é colado nas ruas, um ambiente onde muitas vezes falta cuidado, respeito… Como você vê esse encontro?
      A escolha pelo material foi estética. Acho que os azulejos contribuem visualmente para a cidade. E sobre a relação entre a fragilidade do objeto, a durabilidade e o risco do que se expõe nas ruas, eu adoro essa negociação permanente. Gosto quando interagem com os ladrilhos, quando o riscam, quando o fotografam… Indo além, o risco é a negociação também de ser mulher e ser um corpo estatístico nas ruas, de sempre estarmos expostas a olhares perversos de homens machistas. O risco acontece para nós, diante dessa falta de cuidado e respeito, diariamente.

      Essa energia poética que enfrenta com sensibilidade os riscos da rua, agora potencializa a força feminina nas nossas lojas. Pela primeira vez em uma marca e sendo logo a FARM, qual é a sensação de trazer o Ladrilha pra cá?
      Nossa! É emoção demais! Há quatro anos eu faço parte dessa família, construindo conteúdos, projetos e sonhos no marketing. Há quatro anos, dedico minha energia de vida pra esse lugar que eu considero a minha segunda casa. A FARM me realiza sonhos. Quando fui convidada pela equipe de Visual Merchandising para participar do visual das lojas com um projeto meu, foi um presente. Ir às lojas da FARM já é uma experiência de amor porque reconheço cada criação que ali está e sei o tanto que cuidamos e estudamos pra que ela chegue até ali. Ir às lojas e me reconhecer junto é um espelhamento de gratidão. Desde que entrei pra FARM, tenho acreditado mais em mim. A FARM me potencializa como ser humano, como profissional e como mulher.

      Por fim, uma dúvida pessoal de uma aprendiz que sou pra minha mestre nas palavras… Fe, qual o seu ladrilha favorito?
      Tenho dois. O “Saber doer antes de saber doar” porque foi o primeiro e “Mar é sempre beira pra quem tem medo de fundo”. O dia que escrever um livro, esse será o nome, ela ri, finalizando.

      A gente não precisa nem dizer que já tá na torcida pra esse livro sair logo, né? Enquanto isso, que esse tanto de emoção que existe dentro de uma pessoa só continue inspirando mais e mais através das palavras, dos ladrilhos, da vida.

      Brilha, Fe! 

      21.07.18
    • re-FARM re-ROUPA, coleção nova

      Tem coleção nova de re-FARM re-ROUPA no ar! Lembra que lançamos a parceria ano passado? Ela voltou com tudo com várias peças que ganharam vida nova a partir do upcycling, afinal, transformar é urgente. 

      Nos unimos à Gabi Mazepa, do Re-Roupa, pra criar novas peças FARM a partir dos nossos próprios resíduos de tecido: roupas com pequenos defeitos, retalhos de corte e sobras de matéria-prima e aviamento foram garimpados pra dar vida à coleção da parceria.

      Essa é uma das iniciativas do projeto re-FARM, nossos primeiros passos pra gente repensar, reduzir, reutilizar, reciclar. Juntos! 

      Nessa edição, nos unimos ao Instituto Alinha no desenvolvimento de cada peça: lenços, calças, camisas, bombers… Tudo com muita cor do jeito que a gente ama! 

      Você já parou para pensar quem fez suas roupas? Qual a condição de trabalho dessas pessoas? O Alinha é um negócio social focado na melhoria das condições de trabalho e de vida de costureiros e costureiras. Além de ajudar as oficinas de costura a se tornarem alinhadas com segurança, recursos, legalização… conectam confecções e estilistas interessados em contratar uma oficina garantindo preços e prazos justos. Tudo gratuito! Demais, né?

       

      As peças do re-FARM re-ROUPA são feitas à mão, uma a uma, com um mix original de estampas. Ou seja, cada peça é única. E nessa história boa já reaproveitamos mais de 2.000 metros de tecidos e centenas de peças juntos. Um orgulho e tanto de estar fazendo nossa parte pelo bem-estar do planeta 🙂

      Agora que você já tá por dentro de tudo, vem junto com a gente nessa! A coleção tá uma explosão de criatividade, cor, alegria e claro, respeito ao nosso meio-ambiente <3

      Vem ver a novidade no site e nas lojas selecionadas:
      FARM ipanema
      FARM centro II
      FARM rio sul
      FARM rio design barra
      FARM village mall
      FARM harmonia
      FARM higienópolis
      FARM villa lobos

      18.07.18
    • novidadinhas da semana

      O fim de semana tá chegando, gente! E olha só quanta coisa legal tá rolando por aí: 

      – Imagina combinar o pôr do sol paradisíaco do Arpoador com samba? Tudo a ver, né? Pois é isso que vai acontecer esse domingo (e todo primeiro domingo do mês) no Posto 7, entre 15h e 20h. Só vamos!

      – Estreia nessa sexta-feira, dia 29, o espetáculo “Geléia Geral” da Crütz Cia. De Dança, que homenageia o movimento tropicalista brasileiro e conta com um repertório 100% nacional, com canções de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, e outros artistas que a gente ama! Imperdível, né? Então anota aí: teatro Cacilda Becker, de 29 de junho a 22 de julho, sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 18h

      – Que a moda caminha juntinho com a arte, a gente já sabe. Mas temos tanto, tanto a aprender sobre esse assunto! E é essa a ideia do aulão que vai rolar esse sábado no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio, com o professor Paulo Debom. Imperdível, né?

      – Organizado pelo Olabi, o encontro “Mulheres Negras Pautando o Futuro” acontece hoje, a partir das 19h, em Botafogo, e promete debater a urgência de incluir mais mulheres negras na inovação e na tecnologia para a garantia de direitos. Bora?

      – A gente quer carnaval o ano todo! E esse sábado vai rolar um encontro de blocos pra lá de especial no Biergarten Rio, a partir das 14h. Os bloquinhos Escangalha e Areia já confirmaram presença. E você? 

      – A gente o MECAInhotim! E já estamos ansiosx com o festival, que começa amanhã! Já deu uma olhada no line up? Tá aqui, ó!
       

      28.06.18
    • VISAR – novos olhares pro mundo

      Desenvolver o olhar fotográfico, onde cada um pode ter sua própria linguagem visual através de dinâmicas, exercícios e teorias em busca do estímulo sensorial da Fotografia. Essa é ideia por trás do Visar, projeto lindão aqui no Rio que a gente conheceu e agora compartilha pra todo mundo! 

      “Criamos o primeiro curso do Visar em 2013, eu e mais 3 fotógrafos, cada um com uma especialidade diferente. Bruno Girão, Alonso Martinez, Patrícia Staggi e eu, Soraya Albuquerque. Nos juntamos pra oferecer para as pessoas um curso que não fosse fadado ao formato tradicional. Amamos fotografia e queríamos falar e ensinar com essa vontade, esse olhar mais lúdico, mais autoral e mais pessoal. Buscamos ensinar fotografia através dessa forma mais delicada e sensível e então nasceu o Visar.” conta, a Soraya.

      Hoje, o projeto vem se reformulando e Soraya, junto com a Patrícia, trazem uma nova formatação que une fotografia e arte, de uma forma mais leve e adaptada ao dia a dia corrido, pra quem já tem o pezinho nesse mundo incrível da fotografia. É o módulo Fotografia + Arte.

      “Quando criamos o Visar em 2013, criamos um formato extenso, que durava por volta de 5 meses e recebíamos alunos iniciantes e quem já tava mais por dentro. A gente discutia mais a questão do olhar do que da técnica, apesar de também passearmos por esse caminho. Nossa ideia agora é modular o curso, porque nem todo mundo tem esse tempo de 5 meses. A ideia é que mais pessoas possam vivenciar essas experiências em períodos mais pontuais.”

      A ideia é fazer experimentações e buscar caminhos possíveis no desenvolvimento do olhar fotográfico e sensível.

      A primeira edição do Foto + Arte já começa esse fim de semana e tem time FARM por lá! A Vivi Oliveira da nossa equipe de Marketing participou da primeira edição lá em 2013 e tá super dentro desse novo módulo.

      “Acho que é uma proposta totalmente diferente dos cursos que já vi de fotografia. Ele alia a técnica com o sensorial e isso faz diferença! Quando participei, sai de lá encontrando mais o meu próprio olhar fotográfico, pq muitas vezes a gente fotografa várias formas e coisas e não nos encontramos naquele olhar, sabe? Quando vi teria essa edição de Fotografia + Arte topei na hora!” conta ela.

      E aí, ficou super na vontade de participar também? É só entrar em contato com essas fotógrafas incríveis e aproveitar essa boa!

      “As pessoas não precisam ser artistas só precisam ter o próprio material fotográfico e o interesse se desenvolver e desenvolver junto! Nossos cursos não são baseados na formação teórica e técnica, são baseados na vontade genuína da pessoa desenvolver mais aquilo que ela já produz.” Completa Soraya.

      Serão 4 sábados de muita fotografia e arte e as inscrições já terminam amanhã, então não perde, ein! Ah, no próximo semestre o Visar vai abrir vários módulos diferentes, também pra iniciantes, workshops e outra edição do Fotografia + Arte. Bora colocar nosso olhar sensível no mundo? 
       

      23.05.18